Visita da NOO

Melina França, Jornalista da NOO passou por aqui e deixou de presente esse relato do que vivenciou na casa e algumas das figuras que conheceu por lá. 

"Aprendi isto, pelo menos, com a minha experiência: que se alguém avança com confiança na direção dos seus sonhos e se lança a viver a vida que imaginou para si, este alguém irá encontrar um sucesso inesperado nas horas comuns. Ele deixará algumas coisas para trás, passará um limite invisível; novas, universais e mais liberais leis irão estabelecer-se em volta e dentro dele, ou as leis antigas serão expandidas, e interpretadas em seu favor de uma forma mais liberal, e ele viverá com a licença de uma ordem superior de seres. Na mesma proporção, à medida em que simplifica sua vida, as leis do universo vão parecer menos complexas, a solidão não será solidão, nem a pobreza pobreza, nem fraqueza fraqueza. Se você construiu castelos no ar, seu trabalho não precisa ser perdido; lá é onde ele deve estar. Agora coloque as fundações embaixo dele.
(H.D.Thoreau)

É só uma casa. Dois andares de tijolos cimentados cobertos com tinta amarela. Porta alta pintada de marrom. Escadinha na entrada. Entre os janelões da fachada, uma espécie de vitral. Fica ali na Rua do Catete, número 92. A terceira casa numa vila bonitinha. E um nome que se resume ao endereço. Sala, cozinha, salão de inverno. Quatro quartos, sendo uma suíte. Mas a arquitetura não dá nome. Cada cômodo é ressignificado, dia a dia. Chill out. Sala de reuniões. Ateliê. Ilha. O Catete92 é uma alucinação coletiva. Gente sonhando junto. E colocando as mãos na massa. Castelo e alicerces de Thoureau."

E essa não foi a primeira vez que escreveram sobre o Catete92. A Olívia Nachle publicou Que abundância meu irmão também na Noo no ano passado. Engraçado comparar os dois diferentes momentos da história da casa, já que a Olívia veio logo no início. Tem também o inesquecível texto ~irônico~ da Luiza Miguez para a revista Piauí 95:
O tudo e o nada

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